Off-Topic media center video loop

Este post surge no seguimento de uma questão levantada por um amigo, que precisa de por um video em loop numa feira de design.

Alo Andre,

Acho que a melhor solução para o loop é mesmo fazer um dvd para cada um dos videos!
Já fiz um dvd para o ricardo e outro para o ribeiro com loops, aleatoridade, etc e correu bem nos dois casos – é uma boa forma de garantires que vais ter loop sem stress…
Já para ler o filme tens duas alternativas:
  • Hard copy – Queimar os filmes em DVD e ler num leitor de DVD
    • Vantagens:
      • Fiavel
      • Económico
    • Desvantagens
      • Espaço
      • Rentabilidade depois da feira
      • Fora de moda
  • Digital version
    • Vantagens:
      • Digital, não tens que gravar DVDs – Os filmes ficam gravados num ficheiro com a extensão ISO
      • Ocupam menos espaço, à uns mesmo mini, ver links em baixo
      • Além de ISOs, tipicamente todos lêm mp3, mp4, avi, divX, jpg, etc.
      • Se tiver ligação à net wi-fi, upa upa, mêmo bom 😉
      • Depois da feira pode ir para casa de cada um, pode servir de media center para o atlier, etc.
    • Desvantagens:
      • Um pouco mais caros – consegue-se encontrar na net entre os $80 e os $140 com a maioria das vantagens descritas
      • Tem que se procurar o media center certo e provavelmente têm que vir da net para ter um preço aceitável 😦
    • CUIDADOS A TER NA COMPRA:
      • Garantir que lê ISO e já agora, que leia MKV – mkv é o formato LOST Full HD
      • Garantir que têm uma saida HDMI – não é essencial , mas dá jeito para os LCDs modernos
      • Garantir que é Full HD ou pelo meno Full HD Upscale, basicamente que faça o 1080p
Seguem alguns links para teres uma ideia do tipo de media centers que tens no mercado. Alguns deles não têm todas as caracteristicas que enunciei lá em cima junto das vantagens, mas servem de exemplo.
Mini Media Centers
http://www.mvixusa.com/product/mv-2500u
http://www.digitalconnection.com/products/video/r2210.asp
Not so mini mas com disco embutido
http://reviews.cnet.com/portable-video-players-pvps/seagate-freeagent-theater-hd/4505-6499_7-33559263.html?tag=rnav
Variados, mas acho que nenhum lê ISO
http://www.bigboxstore.com/portable-players/hdd-players?order=price&dir=asc
Chinoca – lê tudo mas não vendem menos de 100 unidades
http://nnhh1980.en.made-in-china.com/product/aenmXyScgIhE/China-3-5-Inch-HDD-Media-Player-with-HDMI-Mkv-Player.html

Outros

O inconveniente que encontrei é não suportar mkv, mas de resto acho que cumpre os requisitos – sugeito a confirmação!
Já agora, as especificações completas da minha escolha:

Só mais umas considerações anti-stress:

  • Testar quanto antes
  1. Fazer um DVD de teste com loop
  2. Testar num leitor de DVD caseiro moderno
  3. Gravar um ISO com esse DVD
  4. Testar o ISO num media player que leia ISO – não tenho certeza se o meu lê mas facilmente se arranja um emprestado que leia
  • Ter solução de backup
  1. Se a ideia digital for gira, mas por algum motivo a caixa selecionada não fizer o esperado ir á Worten ou Media Market da tua preferência comprar leitores

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*Blog announcement* New itil toolkits and itsm4free pages

The new itil toolkits and itsm4free pages have the purpose:

– of gathering information on ITIL related tools;
– review ITSM suites, with focus on free applications.

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Rascunho de metodologia para melhoria continua

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Freeware, paradigma de sustentabilidade?

Um dos desafios com que me deparo no dia a dia na gestão de serviços de TI é a sustentabilidade dos mesmos. E quando falamos das TI de uma associação sem fins lucrativos como a Solidariedade Imigrante, a palavra sustentabilidade é chave.

Se tivermos em conta o caracter não lucrativo da associação, é fácil entender que todas as iniciativas que são desenvolvidas, devem ter em conta o valor que vão trazer para os associados e o custo das mesmas.

Colaboro com esta associação desde 2001 e tenho representado o papel de gestor da infra-estrutura e serviços de TI. Os objectivos para as TI são, disponibilizar:

  • Internet para associados e colaboradores da associação;
  • Acesso a office, internet e impressoras aos colaboradores;
  • Políticas de segurança que garantam o acesso e integridade dos dados;
  • Recursos para formações de introdução à informática: office e internet;
  • Bases de dados;
  • Ferramentas de design gráfico.

Infelizmente não tem sido fácil atingir estes objectivos, ou pelo menos com a qualidade que seria desejável! E manter estes serviços disponíveis, sem incidentes, 2 meses consecutivos, é uma vitoria da qual não nos podemos orgulhar, mas faz parte do quotidiano.

Mas questões operacionais à parte e tendo claros os objectivos das TI, surge a questão financeira e aquele que aparenta ser o maior desafio, fornecer estes serviços a custo mínimo para a associação. E para este custo devemos contemplar:

  • Hardware: pcs, routers, switchs, impressoras, fotocopiadoras
  • Software: Sistema Operativo, Office, Base de Dados, Antivirus, Photoshop
  • Comunicações: Serviço de voz, dados, sms
  • Recursos: Manutenção de infra-estrutura, instalações, upgrades, etc.

Embora não seja contabilizado como um custo actualmente e uma vez que tirando a iluminação, os equipamentos informáticos são os únicos consumidores de energia da associação, talvez seja importante incluir o custo com a electricidade para estas contas, mas descartando esta questão para outro fórum:

Se para hardware, comunicações, recursos e também para a electricidade estamos dependentes de fornecedores e da sua boa vontade para reduzir o custo, quando chegamos ao software temos à nossa disposição um vasto leque de opções disponibilizadas a custo zero.

Nestes termos, podemos ser levados a olhar para o freeware como uma solução sustentável uma vez que facilmente encontramos software free, com qualidade semelhante ou superior à dos fornecedores tradicionais.

Mas não é só o custo que temos que ter em conta na nossa equação rumo à sustentabilidade, e por exemplo, quando falamos em sistemas operativos e ferramentas de produtividade – área onde o freeware tem muitas cartas para dar – convém ter em conta que para a iniciação à informática é importante dar aos associados ferramentas semelhantes às que vão encontrar no mercado de  trabalho, nomeadamente, WindowsMS Office e consequentemente pensar duas vezes antes de adoptar OpenOffice ou Linux.

Por outro lado, quando falamos de editores de imagem é difícil convencer alguém a optar pelo GIMP quando existe o Photoshop. E antivírus? Alguém realmente confia num software gratuito para garantir a segurança da infra-estrutura?

Correndo o risco de não estar a ter em conta todas aplicações gratuitas de antivírus que existem no mercado, as que tive oportunidade de analisar sugeriam-me uma manutenção manual, que comprometeria a segurança dos dados, levando-nos mais uma vez para o mercado tradicional e com custos associados.

Pelo menos até surgirem soluções como o MS Security Essentials que embora não possa ser encarado como uma solução free, estritamente falando, sai a custo zero para todos os que cumprem o requisito “Your PC must run genuine Windows to install Microsoft Security Essentials.”.

Tendo em conta que fomos agraciados com um generoso apoio da Microsoft, que disponibilizou licenciamento no valor de USD $19,043.00 para sistemas operativos e ferramentas de produtividade, ao abrigo do programa NGO Connection, podemos adoptar esta solução e reduzir nas contas o custo anual de subscrição de actualizações do antivírus.

Com este artigo não pretendo desvalorizar a importância do freeware e software aberto, que muito valor têm trazido para muitas organizações permitindo simultaneamente reduzir os custos, mas sim mostrar a importância de orientar os nossos serviços às necessidades das organizações e de encontrarmos formas de os disponibilizar ao menor custo possível, o que no caso descrito, passa por adoptar uma solução que á partida implicaria custos elevados.

Se não soubermos que custos temos, que valor trazem, e como nos vão ajudar a cumprir os nossos objectivos, não estamos a fazer a melhor gestão dos nossos recursos nem a garantir a sustentabilidade dos nossos serviços.

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Gestão de Serviços de TI e o ITIL

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ITSM Social Media awareness

addThisMost of us already have a profile at Facebook, LinkedIn, Twitter, Google, WordPress, etc. and if you don’t… you will problably have one in a near future.

Social is the word of the day, network is hype and connecting people is no longer a Nokia exclusive. Today we use these networks to find old friends, a new jobs and to do business.

On his post How to Extend Your Customer Experience Through Social Media Peter Merholz – founding partner and president of Adaptive Path – raises the question: “how can businesses meaningfully embrace social media” and suggest helpful guidelines to improve the customer experience.

If businesses are to embrace social media, shouldn’t IT Service Management be embracing it as well?

This post will be addressing this question.

ITSM should be looking at social media in order to achieve:

  • IT process agilization
  • Business – IT communication

Communication is challenge to many organizations. If inter-department communications is not always as good as one would expect, to get IT people and business people to understand each other is something that one is lucky to get few times in a life time. This issue is especially important when we talk about IT/Business alignment or integration has Ann All well stated in her post IT/Business Misalignment: What We Have Here is Failure to Communicate.

Social networks provide common base transversal to ages, social classes, cultures and backgrounds. They can easily get people together around common interests and provide background on others projects, activities and difficulties, in this matter social media canpotentiallyprovide tools to agile Business – IT communication.

Another subject of matter regarding social media technologies as facebook and twitter, is the idea of collecting information in opposition to distributing information, Anthony Bradley in “Why Don’t People Get Twitter?“.

You follow what you want and not what is pushed to you.

Organizations tend to segregate information and restrict or allow access according to roles and hierarchy. Wile creating distribution lists, shared network folders, etc. organizations provide tool for collaborative work, most fail to implement a successful collaborative platform. Good examples can be found in companies that encourage people to publish articles about their subjects of expertise, but even in this cases, the receiver is always pushed the information and most importantly is not always the key receiver.

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*Blog announcement* New Note Managers Page

A new page was created devoted to digital Note Management, post-it or every other tag that used to name our every day notes applications.

Special tanks to Rodrigo F for his contributions.

Mario_Post_It_pile

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